sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Paulo Coelho / cinema e twitter
VAN CURTT11:29 1 comentários

         
          O menino nascido no Rio de Janeiro (RJ), em 24 de agosto de 1947, é hoje o autor vivo mais traduzido do mundo, segundo o Guinness World Record, qual o teve conferido o título por consequência da obra The Alchemist- (2009). Filho de engenheiro e sustentador de um curricular extenso, entre prêmios e condecorações, Paulo Coelho teve recentemente o privilégio de ter quatro livros sendo desenvolvidos simultaneamente ao cinema.
          Os direitos de filmagem de O Alquimista foram adquiridos pela Warner Brothers, que igualmente está desenvolvendo o roteiro do filme Onze Minutos pela Hollywood Gang Production e Verônika Decide Morrer pela Muse Productions (VS); além de Monte Cinco pela Capistrano Productions.
          A boa notícia é que o gênio brasileiro poderá, além de brindar com o seu já fidelizado público a nova conquista, também cativar novos leitores, enfim... O sonho do espiritualista, qual parecia grande demais, finalmente se deu em um planeta pequeno demais pra acolher tantas proezas.
          Depois de ser citado entre as celebridades mais influentes do mundo, recentemente teve-o concedido o título de segunda pessoa mais influente do twitter, como não poderia de ser, somente atrás de Justin Bieber, segundo um ranking publicado pela revista “Forbes” na ultima quarta-feira (15/01/2011).

1. Justin Bieber
2. Paulo Coelho
3. Joe Jonas
4. Kanye West
5. Dalai Lama
6. Nick Jonas
7. Lady Gaga
8. Conan O'Brien
9. Iamdiddy
10. Hayley Williams
11. Barack Obama
12. Kim Kardashian
13. Tyrese
14. Federico Devito
15. José Serra
16. The Ellen Show
17. Angela Simmons
18. Katy Perry
19. Roger Ebert
20. Rick Warren

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

QUAIS OS LIVROS CONTAM?
VAN CURTT15:48 0 comentários

“Descorçoes senhores críticos, aos nossos leitores!” Qual a funcionalidade de se anegar a qualidade de uma obra pouco difundida ao grande público, sem a apropriada apreciação do seu enfoco?
A trilogia de Larsson é o centro de muitas das atenções críticas nacionais, devido ao seu inesperado desempenho em números relativos aos mercados por onde avassalou com a concorrência... enfim. O que tenho acompanhado dentro da discussão de “alguns” críticos, é o comentário: [Não surgirão novos autores como Cecília Meireles e Castro Alves]. Mesmo em passadas lentas, o mercado livreiro está avançando, no quando corajosos anônimos ao grande público como Spohr aventuram-se a rever estes conceitos anosos e manquitolas, impondo indultos a não julgar a literatura nacional sem que seja devidamente decomposta por seu leitor foco.
A resposta é: Sim... surgirão outras pessoas à aumentar a carta de livros nacionais, desde que, empenhadas a prosseguir com a “responsabilidade” de conquistar novos leitores, dentro ou não, do mapeamento de 4,7 livros lidos por cada brasileiro ao ano.
A conta parece ser simples; 4,7 livros ao ano... Mas a pergunta que fica é: - Caso eu leia 12 livrinhos difusos em 50 páginas e letras gigantes, valerá à mesma análise perante duas séries de 1.700 páginas cada, somando-se apenas 6 unidades saltérios?
Quantidade ou qualidade? Deve-se incentivar o novo leitor brasileiro, massacrando os que devoram uma média de 30 livros/ano com as perspectivas devastadoras dos “especialistas”?
A resposta das tantas perguntas poderia ser respondida ao analisar os dizeres do gênio irlandês.
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 “Só um leiloeiro consegue de forma equânime e imparcial, admirar todas as escolas artísticas.” OSCAR WILDE
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A escola de J.R.R Tolkien vai além da fantasia, quão própria escola de Wilde invade o romance.
A ORDEM ENFIM DEVA SER... LER SEM PRECONCEITO, SEM SUBJULGAR OS INICIADOS, pois dentro da memória dos mais devoradores, sempre existirá aquele livrinho de 50 páginas lido na infância, que muitas das vezes nacional, perde a vaga de pior livro pra autores traduzidos e grandes consagrados internacionais.