segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

QUAIS OS LIVROS CONTAM?
VAN CURTT15:48 0 comentários

“Descorçoes senhores críticos, aos nossos leitores!” Qual a funcionalidade de se anegar a qualidade de uma obra pouco difundida ao grande público, sem a apropriada apreciação do seu enfoco?
A trilogia de Larsson é o centro de muitas das atenções críticas nacionais, devido ao seu inesperado desempenho em números relativos aos mercados por onde avassalou com a concorrência... enfim. O que tenho acompanhado dentro da discussão de “alguns” críticos, é o comentário: [Não surgirão novos autores como Cecília Meireles e Castro Alves]. Mesmo em passadas lentas, o mercado livreiro está avançando, no quando corajosos anônimos ao grande público como Spohr aventuram-se a rever estes conceitos anosos e manquitolas, impondo indultos a não julgar a literatura nacional sem que seja devidamente decomposta por seu leitor foco.
A resposta é: Sim... surgirão outras pessoas à aumentar a carta de livros nacionais, desde que, empenhadas a prosseguir com a “responsabilidade” de conquistar novos leitores, dentro ou não, do mapeamento de 4,7 livros lidos por cada brasileiro ao ano.
A conta parece ser simples; 4,7 livros ao ano... Mas a pergunta que fica é: - Caso eu leia 12 livrinhos difusos em 50 páginas e letras gigantes, valerá à mesma análise perante duas séries de 1.700 páginas cada, somando-se apenas 6 unidades saltérios?
Quantidade ou qualidade? Deve-se incentivar o novo leitor brasileiro, massacrando os que devoram uma média de 30 livros/ano com as perspectivas devastadoras dos “especialistas”?
A resposta das tantas perguntas poderia ser respondida ao analisar os dizeres do gênio irlandês.
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 “Só um leiloeiro consegue de forma equânime e imparcial, admirar todas as escolas artísticas.” OSCAR WILDE
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A escola de J.R.R Tolkien vai além da fantasia, quão própria escola de Wilde invade o romance.
A ORDEM ENFIM DEVA SER... LER SEM PRECONCEITO, SEM SUBJULGAR OS INICIADOS, pois dentro da memória dos mais devoradores, sempre existirá aquele livrinho de 50 páginas lido na infância, que muitas das vezes nacional, perde a vaga de pior livro pra autores traduzidos e grandes consagrados internacionais.
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Van Curtt Van Curtt já é citado dentre os maiores nomes da alta literatura contemporânea brasileira, e se consolida a brindar com você leitor seu segundo trabalho, "O Condutor", após o aclamado suspense psicológico "Tabuleiro" (2012), que o apresentou ao mercado e arrebatou a crítica por sua apurada técnica e diálogos sólidos. É hoje munícipe de Uberlândia-Brasil, sua cidade de origem.

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